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sábado, 13 de enero de 2024

Coloquei o Padrão, de 500 anos do descobrimento !!!

 

 

Padráo do Descobrimento

Cada pequena contribuição faz uma grande diferença, principalmente no turismo. O Padrão dos 500 anos de descobrimento, está na Bahia desde 2017, mas não constava no Google Maps. E isso influencia em alguma coisa? Pois bem, hoje,  a maioria dos turistas planejam seu roteiro antes de viajar, para otimizar o tempo e visitar o maior número de pontos turísticos possíveis. Além disso, ter mais um ponto de interesse histórico, em um destino turístico, impacta diretamente o seu nível de importância e comércio. Afortunadamente, o alto nível de colaboração que tenho me permite fazer modificações importantes no Google Maps. Estas colaborações, que faço há mais de 10 anos, não me dão retornos financeiros, mas sim grande satisfação com pequenas colaborações em questões turísticas.

 
 
 #turismo #googlemaps #brasil #reconectar


 

domingo, 24 de diciembre de 2023

O erro de não dar Upgrade de cortesia nos hotéis

Por que gerentes e recepcionistas não dão Upgrade de cortesia?

 

Upgrade hotel

Você está com o hotel completamente vazio e está em baixa temporada, e aí aparece seu único cliente com uma reserva. Assim que faz o check-in, ele pede a possibilidade de um Upgrade, mas é negado e é educadamente informado que deveria pagar por um quarto melhor. Após 24 horas, o hóspede percebe que o hotel está completamente vazio, ou talvez o único outro hóspede seja aquele que viu no café da manhã. O hóspede se aproxima da recepção e pede novamente o Upgrade, informando que se o hotel está vazio, por que não é possível fazê-lo? A recepcionista, com sua mentirinha piedosa bem treinada e repetitiva, responde ao hóspede que o hotel está vazio, mas que os quartos estão todos reservados.

Esse capricho de muitos gerentes e recepcionistas de não dar Upgrade de cortesia, na tentativa de forçar um UpSelling, que quase certamente náo chegará nesta situação, faz com que percamos vendas futuras.

Nos meus anos de experiência trabalhando em hotéis, tive a oportunidade de ver como, depois de muito tempo, o cliente retorna ou, em muitos casos, recomenda conhecidos. Tive a incrível experiência de continuar recebendo e-mails, quatro anos após fechar um hostel, solicitando reservas diretas, porque o cliente me expressou que nunca esqueceu as exceções, o tratamento diferenciado e as considerações que tive com ele. E que melhor notícia para um hoteleiro do que receber uma reserva direta de um cliente antigo!!

 

“Talvez nós, os hoteleiros, devêssemos aderir a um programa de fidelização de clientes e não o contrário.”




Por esta razão, pessoalmente, considero que o UpGrade gratuito é um bom investimento para o futuro. Imagine, uma situação completamente inversa, em vez de ser o hóspede que se inscreve num programa de fidelização ou acumulação de pontos, é o hoteleiro que se inscreve num programa de fidelização de clientes, com um bom retorno no futuro.

Todos os hoteleiros sabem muito bem que um UpGrade gratuito não tem custo extra, apenas alguns centavos, então por que não eliminamos esse capricho de não dar UpGrade gratis de nossas vidas? Vamos fazer esse bom investimento para o futuro, vamos treinar nossa equipe bem aos nossos recepcionistas e gerentes, vamos aplicar mais empatia com o hóspede. Claro, desde que seja possível e as condições estejam dadas.

 

#hotel #hoteles #hoteleria #hotelmanagement #hotels #upgrade #turismo #viagens #businesstravel #travel

 

 

sábado, 16 de diciembre de 2023

Aumente suas chances de fazer um upgrade gratis no aluguel de carro, com essas dicas.

É interessante ver as variadas e criativas desculpas que os clientes dão, quando alugam um carro, para trocá-lo por um de categoria superior, desde um cheiro que só eles sentem, até o desconforto de um banco do condutor que não é ajustável em altura (obviamente porque a categoria não permite) até um trincado milimétrico no para-brisa que não equivale a uma rachadura e deve ser visto com lupa.🔎

Nesse sentido, quem já trabalha há anos costuma detectar essas atitudes erradas com o único propósito de buscar um upgrade gratuito, o que no final deixa o cliente exposto ao resultado contrário.

Não existe fórmula ou segredo que nos leve a um upgrade garantido 100%, mas o que existe são as chances de termos maior consideração e atenção por parte de quem nos aluga um carro.

Abaixo deixo algumas dicas que podem te ajudar a melhorar suas chances de acessar uma categoria superior pelo mesmo preço:

  • Para começar, lembre-se que as categorias mais econômicas são as mais alugadas, a tal ponto que esses carros quase nunca descansam, normalmente são sempre alugados. São o que chamamos em espanhol “Caballitos de Batalla”. Essas são as categorias que mantêm o fluxo de caixa da empresa, portanto, se você reservar a categoria mais básica, você já aumentou suas chances de que quando chegar não haverá disponibilidade e eles vão te oferecer um upgrade para você não perder. Neste caso, a primeira coisa que acontece é que o vendedor lhe perguntará se você deseja pagar uma pequena diferença por uma categoria superior, o que você (obviamente) recusará, e o UpGrade chegará gratuitamente por descarte.

  • Outra boa estratégia é tentar alugar um carro econômico em um aeroporto sem reserva prévia, de última hora. Em geral, os aeroportos têm menos disponibilidade do que as agências no centro das cidades e tendem a planejar a disponibilidade de suas frotas com base em reservas, devido a questões de custos e limitações de estacionamento.

  • Bom tratamento ao funcionário, piadas e bajulação também somam pontos para conseguir uma atualização gratuita, então tente não ser arrogante como muitos clientes que alugam carros fazem. A arrogância te leva por um caminho pior.

  • Outra boa tática é que você precisará transportar várias pessoas alugando uma categoria básica. Eles podem não lhe dar um UpGrade, mas quase certamente lhe darão um carro maior e mais espaçoso.

  • Perguntar sobre programas de acúmulo de milhas, pontos ou qualquer outro programa de fidelidade também ajuda um upgrade gratuito, pois demonstra interesse em ser um cliente fiel (lealdade) e também, em muitos casos, esse cadastro dá um bônus aos funcionários.

  • Os funcionários das locadoras também recebem comissões pela venda de seguros adicionais (opcionais). Informe-os sobre sua intenção de adquirir um seguro opcional se você tiver um carro melhor. As locadoras contam com diversos serviços adicionais, além dos seguros, então podem brincar com essas variantes.

  • Por último, mas não menos importante, fazer reservas diretas com a locadora e não com uma OTA é sempre muito melhor, pois você sempre terá tratamento prioritário, mesmo que custe um pouco mais caro. Para clientes de reserva direta, sempre haverá tratamento especial, considerações e preferências.

     

    #rentacar #rentalcar #carrental #alugueldecarro #alugueisdecarros #upgrade #turismo #businesstravel #alquilerdeautos #mobilidade #transporte

martes, 10 de enero de 2023

La mosca en la sopa. El pelo en la almohada. El olor a cigarrillo en el auto.

 


Decidámonos ¿a quien ponemos primero?, ¿al cliente o al empleado?.

Desde hace algunos años va dando vueltas por las redes sociales la famosa frase “Los clientes no son lo primero, lo primero son tu empleados, si cuidas de tus empleados, ellos cuidarán de tus clientes”, y mucha gente lo repite sin haber pasado por todas las experiencias, como cliente, como empleado y como lider; pero por otro lado también se suele ver muchos posteos, donde se suele afirmar que debemos hacer foco en las necesidades del cliente, en especial en muchas metodologías ágiles, en su intento de construir un #BuyerPersona

El problema de hacer demasiado foco en uno de ellos, es que descuidamos al otro, no se trata de estar de un lado o de otro, se trata de un equilibrio. Y en este sentido, creo que la clave esta en tener el ojo en todo.

Los lideres que marcan presencia son mis preferidos, eso que te hacen saber, que pueden caer en cualquier momento y a cualquier hora, y no aquellos que se la pasan encerrados en su oficina cumpliendo un horario estricto, que la unica forma de hacerlos salir de su sillon presidencial, es cuando aparece un cliente pateando el mostrador con sus ojos salidos de orbita.

Es por eso que hay problemas que continúan a través de los años y se normalizan, como si fueran parte de un costo, de un daño colateral. Aquí e la imagen he puesto tres simples ejemplos, que se suelen dar en el sector del turismo (hotelería, transporte y gastronomía), las quejas por la mosca en la sopa (restaurantes) o tambien cucaracha en la pizza, el olor a humo de cigarrillo en el auto (rentacar) o tambien olor a humedad; el cabello en la almohada (hoteles) o las quejas de falta de agua caliente; pero no solo en el turismo pasa, cada sector tiene el suyo, en especial en el retail. Ne debemos esperar al cliente se queje por un mal servicio para solucionarlo, pero tampoco debemos esperar a que un empleado renuncie por malos tratos, por no guiarlo y controlarlo, o por no saber liderar de la forma adecuada. No hay recetas ni formulas mágicas de liderazgo, como se suelen postear listas y manuales de uso, los empleados son todos diferentes y los clientes también. Es necesario estar presente estar en todos lados, escuchar y confeccionar soluciones a medida, no soluciones estandarizadas.

 

#hoteleria #hosteleria #hoteles #hotel #rentacar #carrental #algueldecarros #gastronomia #restaurante #liderazgo #lideresinvisibles #hotelmanagement #management #metodologiasagiles #buyerpersona #retail

 

martes, 31 de mayo de 2022

Si no estas en Google Maps, no existes.

Si no estas en Google Maps, no existes.

 


Hace poco cuando adicioné a la “Asociación de los grupos Catopes, Marujos y Caboclinhos” a Google Maps, una comunidad con mas de un siglo de historia, le pedí permiso a un integrante para publicarlo, muy feliz y emocionado queria mostrarme todos los objetos y fotos de su historia y cultura de generaciones anteriores, me di cuenta de la importancia de estar en los mapas digitales, no solo para comercios, sino también para cualquier tipo de lugar de interés y referencia. Soy un LocalGuide de Google, desde hace mas de diez años, desde la época que se llamaba Panoramio, colaboro con todo tipo de aportes y modificaciones, no gano nada con esto, pero me da muchas satisfacciones desde el punto de vista turistico, que las persona puedan encontrar lo que buscan, como así también que los negocios, lugares y comunidades sean encontrados, porque a mi también me gusta encontrar, los bellos lugares permiten a las personas seguir soñando.  Suelo decir que el turismo genera empleo y cada uno de nosotros podemos siempre hacer lo mínimo.


El trabajo de Google

Google hace importantes aportes de información geográfica a la población mundial, que nos facilita mucho la vida diaria, tanto desde su trabajo con StreetView como con las fotos satelitales, pero para muchas otras cosas se necesita de la labor humana, para el detalle, para ese lugar donde no llegan las cámaras, para esa información que solo una persona puede explicarla, ahí estamos nosotros los LocalGuide.


¿Que hacen los Local Guide?

Ser un LocalGuide no se trata solo de dejar opiniones y estrellas en negocios, sino también agregar negocios y lugares, o eliminarlos del mapa, o modificar calles y rutas, u otro tipo de información como teléfonos, horarios, etc etc, pero a veces también se trata de crear contenido para que las personas tengan una mejor idea del lugar, con mas detalles.


Otro aporte, La Lapa Pintada

Hace poco también tuve la suerte de poder visitar una lapas (formaciones rocosas gigantes), en unas montañas, con dibujos rupestres de ocho mil años de antigüedad, las cuales no estaban en Google Maps, me ha parecido tan importante hacer un aporte de algo que las camaras de los satelites son son capaz de captar, que muchos turistas con personalidad curiosa, como la mia, son tan entusiastas de visitar estos lugares, que sepan lo que hay fuera de sus hogares, antes de salir de ellos.

 

 


 

La recompensa

La mayoría de la veces no tomo consciencia de lo importante que es agregar ciertos lugares, solo en ciertos momentos, como cuando alguien desde su felicidad te pregunta ¿cuanto te debo por haberme agregado a Google Maps?, porque no sabe como hacerlo, y yo le respondo que nada, porque soy un colaborador, o también en esos momentos que me llegan mensajes de Google diciéndome 48 horas después que mas de 200 personas han encontrado ese lugar gracias a mi aporte. Ese tipo de cosas me llenan de orgullo, porque en cierta forma estoy conectando personas y lugares.

 

Tu también puedes.

Cuando expreso la frase “si no estas en los mapa digitales, no existes”, me refiero a que lo que no esta en los mapas, solo existe para la comunidad local, pero fuera de esa comunidad no existes. Me ha pasado de llegar a lugares y encontrarme con una riqueza turística y cultural increíble, pero en aquel momento no había información en internet, fui uno de los primero en subir imágenes de la ciudad de Maceió en Brasil, y de la ciudad de Puerto Plata en República Dominicana, esos lugares, en los que en aquel momento te enterabas de su existencia por la boca de sus moradores. Me he encontrado con puentes que figuran rotos o en construcción en el mapa, pero cuando llegas al lugar te das cuenta que ya esta habilitado hace tiempo. Hoy muchos servicios y aplicaciones toman sus datos de Google Maps, ejemplo: los servicios de carsharing, los cuales se encuentran con problemas a la hora de establecer una ruta. Tu también puede ser parte de esta colaboración mundial, aportando tu pequeño grano de arena.


#geomarketing #geolocation #marketingturistico #turismocultural #ecoturismo #googlemaps #googleplaces #turismo #googlemybusiness #localguide


martes, 17 de mayo de 2022

O ecoturismo na América Latina precisa de uma balança (equilíbrio)

 


Lugares maravilhosos com visitas gratuitas contrastam com lugares menos chamativos com preços de ingressos escandalosamente caros.

Ao longo dos anos e, quanto mais viajo pela nossa América Latina, vejo essas diferenças marcantes em muitas de nossas paisagens, com parques nacionais, zonas ecológicas protegidas, praias, montanhas, lugares nevados, alguns de administração pública e outros de administração
privada.

Visitei recentemente um lugar no Brasil, com várias cachoeiras, com poucos quilômetros de separação entre elas.
Algumas dessas cachoeiras, como mostram nas fotos e vídeos, eram lugares de sonhos, paradisíacos, e de onde é possível extrair uma experiência inesquecível e, a poucos quilômetros de distância, é possível encontrar outras cachoeiras menores que não são tão importantes. Mas o que me pareceu mais estranho é que a cachoeira dos "sonhos" era gratuita, enquanto que, para acessar a cachoeira menor, era preciso pagar um preço oneroso por pessoa.
É de conhecimento público que é preciso pagar um preço, pois muitos desses locais precisam de manutenção e cuidados,
mas a questão que eu gostaria de tratar aqui é a divergência de preços. Enquanto há lugares com entrada gratuita, onde deveria-se cobrar ingresso, há outros lugares que não são tão importantes e que cobram preços que não são para turistas de todas as classes sociais, muito menos para famílias inteiras.


Os donos da natureza.

Nesse sentido, não devemos esquecer também aqueles lugares naturais protegidos, dos quais algum milionário se apossou, exigindo pagamento pelo acesso, sem nenhum controle do governo, ou seja, em determinado momento, um punhado de políticos corruptos se apropiam de um lugar que não deveria ser vendido. Estes devem ser de acesso público e de administração pública. Esse tipo de coisa acontece com muita frequência com cachoeiras, montanhas e praias (lugares que deveriam estar sob a supervisão e administração das prefeituras navais), reservas naturais e, não vamos esquecer, aquelas montanhas com resorts para esquiar, de algum milionário famoso.


Hotéis abandonados.

Na foto acima, aparece atrás de mim uma bela estrutura que parece ter sido um hotel em algum momento, mas que, na realidade serviu como escola décadas atrás, e agora se encontra abandonada e não cumpre nenhuma função. É simplesmente um lugar onde pode acontecer qualquer coisa a noite, porque nao existe nenhum tipo de vigilância, então, em algum momento eu me fiz a pergunta (como tantos outros), por que não o exploraram como hotel e com partes dos lucros poderia se manter o lugar? Sem ir muito além, podemos citar uma lista incrível de hotéis e complexos turísticos abandonados, por conta dos impostos exagerados cobrados por seus governos, impossíveis de sustentar ou por falta de acordos e decisões rápidas. Um hotel recuperado gera renda e fontes de emprego.



Precisamos de um equilíbrio no turismo latino-americano

Vemos este tipo de inconsistências em vários países da América Latina, exemplos disso são as ruínas de Machu Pichu no Peru e Ancash, as Ilhas Galápagos do Equador, as Cataratas do Iguaçu (em ambos os lados), Venezuela com uma incrível riqueza turística mal explorada, República Dominicana, também com suas próprias inconsistências entre o norte e Punta Cana, o Haiti com uma natureza desperdiçada, o Uruguai com suas inconsistências entre Punta del Este e o norte, a Argentina com geleiras para os ricos, etc, etc. Nossos governos e seus Ministérios de Turismo têm oportunidades fantásticas de acesso a uma coleção maior e mais equilibrada, sem matar o turista e promovendo as economias locais.
Não é necessário continuar criando “estradas imaginárias” por onde passaram escravos, aborígenes ou
demais feudos importantes históricas, é preciso explorar e regular outros espacos palpável, e a verdade é que nosso continente tem uma infinidade de natureza tangível, a ser vista , registrado, desfrutado, cuidado, explorado e controlado. Por isso eu digo que é preciso um balanço turístico na América Latina, é preciso rentabilizar esses lugares maravilhosos com entrada gratuita, para reduzir os preços em lugares excessivamente caros, e também, os setores privado e público, juntos, reverem esses lugares privados que deveriam ser patrimônio natural, encontrando um ponto de concordância e maior controle.

 

 

 

#turismo #ecoturismo #turista #turismoecologico #latinoamerica #parquesnacionais #patrimonionatural #geodiversidade #biodiversidade #geoparque #reservasnaturais #viagens #hotelaria #travelblogger


martes, 24 de agosto de 2021

Netflix no mató al CINE, hubo otros asesinos antes.

 

Netflix nó mato al cine.



Fueron sus predecesores: fueron el videoclub (alquiler de películas en VHS y DVD) y la llegada de la TV por cable.

 

Escuchar que la llegada de Netflix y otros streaming mato a la industria del cine ya es algo muy habitual. Frecuentemente tenemos por costumbre olvidar detalles de acontecimientos intermedios en una historia, o quizás no sea por olvidar, sino por resumir, es como cuando contamos una película de una hora en unos pocos minutos, a me gustaría llamarlo “el efecto de la gota que rebalsa el vaso”. El mismo psicólogo nos diría que quienes han tomado una gran decisión en su vida (buena o mala) no fue por un acontecimiento especifico, sino una suma de otros anteriores, derivando en la gota que desborda la copa (el detonador).

Hablando en el contexto de las empresas y las nuevas tecnologías que innovan de forma disruptiva o no, hay muchos otros ejemplos donde nos encanta de catalogar como “asesinas” a empresas y tecnologias que crean nuevos modelos de negocio corriendo a otras y quedándose con una gran cuota de mercado.
 
 
En algunos de estos ejemplos, me gustaría citar a UBER a quien también muchos catalogan como asesino de los taxis, como si de un día para otro hubieran aparecido de la nada, en el medio del camino aparecieron las empresas de “radiollamada” y otros servicios intermediarios parecidos, que era un servicio de pedido de taxi por teléfono, que en algunos países toda existe. Los mismo digo con MercadoLibre, Ebay, las Fintech, los smartphones, las companías de comunicaciones móviles, las OTAs, los emails, las mensajerías, los servicios de delivery, los drones, el aprendizaje en linea, y otras tantas tecnologías y empresas. Todos ellos tuvieron “asesinos intermedios”. Tambien se refleja en aquellos que caen, como cuando se habla del efecto Kodak, Thomas Cook, Yahoo y otros tantos, que, en su momento han tenido pequeños indicios a los que no prestaron atención.
 

La maquina del tiempo.

Hoy todos quisiéramos confiar plenamente en los consejos de la #BigData , esta especie de evolucion de las encuestadoras, para poder detectar a tiempo esas señales y anticiparnos, pero a diferencia de las antiguas empresas de sondeo y estudios de investigacion hechos por renombradas universidades pareciera que no logran mucho hasta el momento. Es increíble la innumerable cantidad de argumentos que se encuentran en Google justificando del “porque” casi ninguna encuestadora vaticinó el triunfo de Donald Trump, es claro que ninguna de ellas quiere perder prestigio. Lo mismo pasó con la crísis económica del 2008 que nadie predijo, luego de lo sucedido han salido un millar de gurúes economistas explicando los porque, y la actual pandemia nadie la predijo. Es decir, históricamente el ser humano ha soñado con tener la maquina del tiempo para anticiparse a los hechos atrofiando por completo sus instintos, pero de nada sirve encontrar los “porque” luego de que ya todo pasó. La Big Data tiene todavia un largo camino por recorrer.

 

Convivencia en los mercados.

En este sentido, relax, no deberíamos alarmarnos, me retracto a lo que dije en el titulo y la verdad es que nadie es asesino de nadie, todos van a seguir conviviendo en diferentes tamaños, usos y formas; el cine nunca ha logrado desplazar al teatro, los taxis seguirán existiendo pero en menor cantidad, los correos tradicionales necesitan llevar cosas fisicas, algunas ventas necesitan si o si un primer contacto con el producto, etc, etc. Los monopolios mutan mudándose de un lado hacia otro, casi sin darnos cuenta, pero no matan a nadie, solo se mueven, porque es el mercado el que cambia y decide su lugar, y nosotros somos ese mercado, nosotros mismos creamos esos monopolios. Es importante siempre estar atento a esos actores intermedios, a esos que yo he llamado anteriormente “asesinos intermedios”, que son, los que nos dan señales de una nueva necesidad, los que nos dicen al oído que hay que dejar la sonrisa irónica de lado y prestar mas atención.


"Humanizemos las decisiones"

 

#modelodenegocio #innovaciondisruptiva #disrupcion #innovacion #elearning #transformaciondigital #analisisdedatos #analitica #visualizaciondedatos #cienciadedatos #businessintelligence

miércoles, 7 de abril de 2021

Turismo Slow, un turismo con lupa.

Turismo Slow, “El placer de disfrutar de los detalles”


El turismo Slow es una tendencia que comenzó en Italia en los años 80, como una respuesta antituristica al turismo tradicional alocado o tambien llamado #sobreturismo, ese turismo que pretende recorrer mucho en poco tiempo, viendo solo un pantallazo muy superficial de lo que “parecerían ser” las costumbres locales.


Cuando tenia 19 años de edad (1992) hice un viaje por tierra Buenos Aires – Rio de Janeiro, un viaje de 2700 kilómetros de bus, una distancia que hoy debería pensarlo varias veces antes de hacerlo 😁, esas cosas que haces en la adolescencia cuando te sobra energía y tiempo. Todavía tengo en mis recuerdos algunos detalles de cada pueblo por el que he pasado en Argentina y Brasil.

 

 

Desde aquella experiencia y hasta el día de hoy sigo insistiendo en mi teoría de la gran diferencia en calidad de turismo que hay entre hacer turismo con un tiempo limitado y hacer turismo despreocupándose del tiempo. Es casi imposible conocer la verdadera cultura local, cuando lo único que hacemos es tomar un avión y visitar aquel destino tan promocionado por las agencias de viajes, sin saber lo que hay en el medio, en esos pequeños pueblos que no viven del turismo. Un avión solo nos muestra el origen y el destino, pero nada de lo que hay en le medio.


El tango para turistas y el verdadero tango.

“Ese tango show no es el verdadero tango”, esa era la frase que me decía un viejo amigo con casi 90 años de edad, y que llevaba sacando-le viruta al piso (bailando tango) desde la edad de la pubertad, también agregaba que “en el tango de nuestros tiempos no volaban las piernas por el aire, no despegábamos los pies del piso”. Y es real, es otra cosa que he aprendido muy bien administrando hostel; había turistas que querían conocer ese tango original, de barrio, el que no había sido contaminado por la locura del #overtorusim.


Futbol y Choripan.

En algún tiempo alguna que otra agencia de viajes ha armado paquetes turisticos vendiendo la experiencia de saltar en las tablas de un estadio de futbol argentino mientras se come choripan, o mejor dicho “sentir en los pies las vibraciones de los saltos de pasión por el futbol”, sin olvidar también el famoso y tan querido “bife de chorizo”, el trozo de carne mas marketinero de la historia argentina que ha ayudado mucho en la ventas de agencia de turismo. Pero la pregunta es ¿es eso lo que se come todos los días en Argentina, en la casa de cualquier familia?, ¿es esa nuestra verdadera cultura?, ¿el turista realmente conoce nuestras comidas típicas diarias?, creo que ya conocemos las respuestas.


El turismo Slow

El turismo Slow es aquel turismo que descubre cada detalle local, las verdaderas comidas tipicas diarias y su proceso de preparación. ¿Has visto que en el aeropuerto venden ropa tejida del altiplano?, pues seria una buena idea que la compres en el lugar mismo y veas como se produce.

 

 

El turismo slow también se identifica porque de repente vemos a un turista internacional visitando un lugar donde solo se hace turismo local, y esta, es una forma de acercarse mucho mas a las verdaderas costumbres y tradiciones de un pueblo. No se trata solo de fomentar la economía regional, sino también de llevarse en los recuerdos la verdadera imagen de una región, y no aquel cuadro que nos han pintado algunos medios y agencias de turismo. Siéntate a comer con una familia local, habla con ellos, siente lo que ellos sienten, y si puedes cocinar con ellos mucho mejor, visita mas escuelas rurales y menos ostentosas universidades de renombre, saca menos fotos panorámicas y mira mas detalles del pasar del tiempo en viejas paredes gastadas por la conversaciones locales, olvidate del reloj, aprovechate de la posibilidad que la tecnología hoy te da para llegar hasta ese rincón menos conocido del planeta, contempla cada detalle, ya sea de una vidriera de un viejo comercio de pueblo, como esos viejos graneros y cascos de estancia a los que pocos le prestan atención, reflexiona y preguntate que es lo que ha pasado en esos tiempos, contempla el patrimonio cultural y natural, participa de esas pequeñas fiestas tradicionales que solo ellos conocen, pero que seguramente las celebran desde hace mas de un siglo, baila con ellos, observa la diversidad cultural, conoce mas en profundidad ese otro mundo y hasta podrás generar relaciones con personas del otro lado del mundo que jamas hubieras imaginado.



 

"El turismo slow se concentra en la calidad y no en la cantidad" 🔎




#turismosostenible #turismoresponsable #turismoalternativo #turismoslow #overtourism #sobreturismo

martes, 16 de marzo de 2021

¿Es el fin de los paquetes turísticos apretados?

El Slow Tourism le gana terreno a los paquetes apretados

 


La mejor forma de conocer cada rincón y cada piedra de una ciudad en pocos días es (o era) contratando en un agencia de turismo los paquetes turísticos apretados, esos que te sacan de madrugada de la cama del hotel, te llevan a conocer de dos a cinco sitios turísticos en un mismo día, también te llevan a almorzar y cenar, y haces absolutamente todo al estilo correcaminos. Llegas al hotel tan cansado, que ni ganas te quedan de nadar en la tan azulada piscina del hotel, al otro día se repite la misma rutina y en los días subsiguientes también hasta terminar el paquete turístico.

Luego de todo esto llegas a tu casa tan cansado que te reformulas la siguiente pregunta ¿acaso las vacaciones no eran para descansar?, es decir que has trabajado durante un año entero para tomarte unos pocos días y en vez de volver descansado, has vuelto mas agotado y exhausto de lo esperado. Y como no es poco, tampoco pudiste disfrutar de la relajante piscina que ofrece el hotel, ni de conocer la ciudad de noche.



7 DÍAS, 6 NOCHES.

Eso fue lo que contraté hace mas de 20 años atrás en un tour, y mi experiencia fue exactamente la misma que he descrito en el texto anterior. Recuerdo ir en grupo y sacarme fotos a las apuradas en cada sitio porque el guía turístico nos llevaba corriendo hacia todos lados, sin parar, ni siquiera escuchaba la historia que nos contaba y la información que proporcionada referida al lugar, porque estábamos mas preocupados en correr a la gente del cuadro de la foto para que saliera bien, jaja, y yo no era el único, todos los integrantes del grupo hacíamos lo mismo.


Por suerte, con el correr de los años esto ha cambiado para mejor, ya son pocos los interesados en tipo de paquetes, ahora la mayoría de los paquetes son solo la suma del transporte y el hospedaje. Luego estos paquetes apretados mutaron en paquetes con un día de descanso en el medio de cada paseo (intercalados), ahora ya son muy diferentes. Veo una mayor conciencia de lo que es el descanso, una re-valorización de los tiempos personales, un nuevo concepto de turismo de placer mezclado con turismo cultural. Quizás sean remanentes que nos dejaron la cultura Yuppie de los años 80/ 90, ese viejo concepto que se tenia por productividad trabajando 60 horas semanales y convirtiendo a las vacaciones en una luz fugaz que apenas veíamos pasar. También la tecnología ha influido en dejar de lado al guía turístico, ya que muchos poseen toda la información turística del lugar antes de llegar, pero también hay un sector que no quiere prescindir del guía turístico, prefiere que le dé la información in-situ, y si es una voz humana, mucho mejor. Pero los responsables de planificar estos itinerarios con forma de carreras maratonicas nunca fueron los guías turísticos, sino las agencias de turismo.




Llevar la PC de vacaciones.

Ahora solo nos resta ver en los años venideros, como influirá la tecnología (NoteeBook y teléfonos celulares) en el manejo de nuestros tiempo de descanso, no se si para bien o para mal, pero ya no podremos responsabilizar a un agente externo, solo nosotros seremos responsables de nuestra salud psíquica.

#turismoresponsable #turismoslow #turismo #turismosostenible #turismoconsciente

 

lunes, 28 de diciembre de 2020

Turismear o Morir

Las vacaciones cada vez cotizan mejor en bolsa


 

Los Workaholic

En algunos países son tan fanáticos de sus trabajos y ascensos que pueden llegar a pasar años sin tomar vacaciones de descanso. Quien lleva tiempo desempleado elimina las vacaciones mientras busca empleo por obvias razones, pero también las suprime aquel que es nuevo en su nuevo trabajo, ya sea por su poca antigüedad o solo por dar una buena primera impresión. Muchas veces los estudiantes sacrifican sus vacaciones para rendir aquellas materias que deben u otros exámenes importantes.

Las vacaciones nunca tomaron las relevancia de hoy, cada año que pasa la salud mental va tomando mas importancia para un buen rendimiento en el trabajo, los jefes quedan como cosa del pasado para darle paso a los líderes, y estas nuevas figuras deben estar proveídas de nuevas habilidades en su personalidad, entre ellas la inteligencia emocional. Ya no hay lugar para el estrés en el trabajo, ni mucho menos para yuppies de los ´80/´90 y que mejor terreno que las vacaciones adonde llevar a estrés para que se evapore luego de unos días.



Este es un año muy particular, ha acelerado procesos y tendencias que ya venían asomando.

Mientras el 2020 deja una infancia con una año menos de educación y una economía destrozada al punto de ensanchar aun mas los margenes entre los bienes/servicios de primera, segunda y tercera necesidad, el turismo no solo mantiene su lugar sino también toma una mayor importancia, quien sabe cual fue el disparador de esta mayor toma de conciencia, quizás el hartazgo de un confinamiento con gusto a incertidumbre que nos condena a un encierro de una vida mixta entre el #HomeOffice donde es muy difícil separar el trabajo de la vida cotidiana y familiar, o tal vez la necesidad de un cambio de ambiente temporal, a lo mejor un deseo de alejamiento de tanta información urbana amigándose nuevamente con la naturaleza, o un combinación de todo lo anterior, etc, etc, sería bueno que algún sociólogo pudiera explicarnos este fenómeno, pero lo cierto es que Descansar de un largo descanso es una situación extraña, algo inimaginable, una redundancia que nos llevo a mirar mas adentro para hacer una re-valoración de nuestras prioridades y necesidades.




Hace un poco alguien me contó una historia interesante:

--Sabes que con el vecino de la esquina llevamos 8 años de vecinos y nunca nos saludamos, siempre me pareció una persona fría, sin embargo nos encontramos de casualidad en una playa a 500 kilómetros de casa y me pareció la persona mas simpática del mundo---, historias como estas hay muchas, las personas suelen tener otro comportamiento estando de vacaciones--

 


Encontrarse con uno mismo es la clave, siempre lo fue…

Así como describí al fanático de su trabajo al principio de este articulo, no estoy queriendo decir que estas figuras desaparecieron, sino que su adicción al trabajo fue transformándose a si misma y en cierto grado disminuyendo, gracias a la expansión de la cobertura de conexión a internet hoy es posible trabajar con una PC en la punta de montaña mas remota o en una playa desolada y solemos ser mas creativos en esos momentos. Por este motivo van apareciendo formas mas innovadoras de hospedar al viajante, algunas nuevas estructuras, otras recicladas y otras ya viejas y conocidas que mostraremos a continuación:

 

 




Iglus Esquimales

Carromatos Conestoga del viejo oeste (USA)

Glamping en todos sus estilos

Lodges en medio de desiertos de África

Departamentos de AirBnb

Vagones de trenes reciclados

Casas colgantes de precipicios y acantilados

Campings tradicionales

Veleros y demás embarcaciones como alojamiento

Rentar autos y quedarse en cualquier lugar

MotorHome

Cabañas



Todas ellas comparten un mismo objetivo, el aislamiento.

 


 

De la diaria a la mensual.

La hotelera tradicional, por su lado, la que hasta ahora tenia como política un máximo en cantidad de estadías, ahora ofrecen a estadías mas extensas con mejores precios, incluso suscripciones mensuales, buscando ese cliente que puede trabajar a distancia, ejemplo de esto son los tradicionales resorts del Caribe que ya lo están ofreciendo, de esta forma se aseguran un mínimo % de la ocupación para sus gastos fijos, si es que están obligados, en algunos casos, a dejar suites vacías de por medio, por los protocolos establecidos, al menos por el momento, hasta que algún día desaparezcan los protocolos.


Descanso + Naturaleza + Accesibilidad + Experiencia + Aislamiento…, es lo que hoy pide el viajero. Espero que te haya gustado mi blog 😉


#productividad #liderazgo #turismo #innovacion #camping #glamping #homeoffice #inteligenciaemocional

miércoles, 28 de octubre de 2020

Cincuenta años de la invención del equipaje con ruedas

Se cumplen 50 años de la invención de la maleta con ruedas.

La inspiradora historia de una innovación que debería haber nacido antes de que el hombre llegara a la luna y fue al revés. Se tardaron siete mil años para juntar al equipaje con las ruedas.


 

¿Desde cuándo existen las maletas con ruedas?

Hace miles de años hubo dos inventos importantes, la bolsa (saco) y la rueda. Como viajeros no podemos dejar de preguntarnos cómo tardaron tanto en combinar las ruedas con la valija para crear las maletas con ruedas. “Fue una de mis mejores ideas” dijo Bernard D Sadow en ese entonces vicepresidente de una compañía de Massachusetts que fabricaba equipaje y abrigos. La innovación  de Sadow no es de alta tecnología; no requirió estudios de posgrado y años de investigaciones, conferencias, ponencias e intercambios con otros profesionales, TED, o complejos tableron de canvas. Tampoco requirió miles de dólares de capital. Pudo haber sido inventado en cualquier país del mundo, o por lo menos en cualquiera que nutre una cultura de creatividad y de empeño. 

 
¿Cómo nació la idea de las maletas con ruedas?

Sadow tuvo su momento “serendipia” o “eureka” o como quieras llamarle en el año 1970 mientras cargaba dos valijas muy pesadas a través del aeropuerto al regresar de sus vacaciones familiares en Aruba. Esperando en las aduanas observó a un trabajador llevando una máquina grande y pesada sobre un soporte con ruedas. “Yo le dije a mi esposa”, -Sabes, eso es lo que necesitamos para el equipaje-, “Cuando volvió a trabajar sacó las ruedas de un muebles de oficina y las insertó en una gran maleta de viaje, tambien puso una correa en la parte delantera... funcionó.

 
Este invento con patente Nº 3.653.474 en Estados Unidos, registrado en 1972 como “equipaje rodante” no despegó inmediatamente.


“Las personas no aceptaban bien los cambios”, dice Sadow recordando los muchos meses que pasó rodando su prototipo de maleta con ruedas por los grandes almacenes en Nueva York y otros lugares. Finalmente la tienda Macy’s ordenó algunas, y el mercado creció rápidamente cuando los anuncios de Macy´s empezaron a promover “el equipaje que se desliza”. Las personas ahora se fijaban en el equipaje de una forma distinta, igual que el avión había sustituido el tren definitivamente en los viajes de larga distancia.
La patente declaraba “mientras que antes los equipajes eran manejados por los cargadores y dejados en puntos cercanos a la calle, las grandes terminales de hoy, en especial las de los terminales aéreos, han aumentado su dificultad de manejar los equipajes. Y también señalaba que “el transporte del equipaje se ha convertido en la mayor dificultad encontrada por el pasajero aéreo. A finales de la década de los 60 existían carritos con ruedas para transportar las maletas pero la invención del Sr. Sadow cambió la forma de llevar no solo el equipaje sino también de viajar para siempre. Parece increíble ver hoy como la ideacion y construcción de nuevos aeropuertos tiene muy en cuenta que las mayoría del equipaje es con ruedas.
Después de haber dado un importante paso en la industria, la maleta del señor Sadow fue finalmente suplantada por una innovación más popular. La llamada maleta de dos ruedas o también trolley, idea con base en el Rollaboard.
El Rollaboard fue inventado en 1987 por Robert Plath, un piloto de la Northwest Airlines 747 y un inteligente chapista en casa que colocó dos ruedas y un mango largo a las maletas con ruedas para que rodaran en posición vertical, en lugar de ser remolcadas como los modelos de cuatros ruedas de Sadow. El señor Plath inicialmente vendió sus maletas rodantes a sus compañeros de la tripulación de vuelo. Pero cuando los viajeros en los aeropuertos vieron a los asistentes de vuelo que caminaban velozmente a través de los aeropuertos con sus flamantes Rollaboards, se creó rápidamente otro nuevo mercado.


 
Otros fabricantes imitaron rápidamente en invento, también se invento y se popularizo el asa telescópica junto con las dos ruedas, después de que Plath consiguió que los asistentes de vuelo comenzaran a llevarlas”. El señor Sadow fue el anterior dueño del equipaje con ruedas, entonces ¿Por qué llevó tanto tiempo que emergiera el equipaje con ruedas? El Sr.Sadow recordó la resistencia que había tenido en las llamadas que había hecho para vender sus maletas, cuando le decían con frecuencia que los hombres no aceptarían esas maletas con ruedas. “Fue una cosa bastante machista”
Pero también era un enorme momento de cambio en la cultura de los viajes a medida que un creciente número de personas viajaban, lo aeropuertos se hicieron más grandes y muchas más mujeres comenzaron a viajar solas, especialmente en viajes de negocios. Había tardado mucho pero el sentido común y la búsqueda de la conveniencia habían ganado la partida.
Ahora no concebimos otras maletas que no sean las maletas con ruedas, las personas ya no necesitaban botones o porteadores. Así que brindemos por los innovadores y especialmente por Bernard D Sadow cuando se cumplen 50 años de la creación de las maletas con ruedas. Y también una mención especial Robert Plath y su tripulación que adquirieron esta innovación y nos mostraron cómo llevar una maleta de la manera más sensata posible.


Invento con precedentes
Esta es una maleta con ruedas introducida propuesta por Leipzig en una feria en 1940, la cual no tuvo aceptación.

 

La distancia entre la invención y su aplicación (o introducción)

Muchas veces la tecnología solo es trivial retrospectivamente, no al mirar hacia delante. Tantos y tantos personajes de mente brillante, casi siempre despeinados y arrugados, yendo a congresos lejanos para hablar de Gödel o de Fulänel, de la hipótesis de Riemann, o de los quarks y otros bichos afines, arrastrando maletas por terminales aeropuertos, y resulta que ninguno pensó en aplicar su cerebro a un problema de transporte tan insignificante. En el proceso de aleatoriedad y #adaptabilidad hay dos niveles: la invención y la aplicación que nunca van de la mano. A modo de ejemplo también la historia de la medicina está llena de ejemplos de la extraña secuencia donde se descubre una cura pero su aplicación tarda mucho en plasmarse, como si fueran dos cosas totalmente separadas y la segunda resultara mucho más difícil que la primera. El solo hecho de sacar un producto al mercado exige luchar contra una legión de escépticos, administradores, incompetentes con traje, formalistas, montañas de detalles que invitan a que uno se ahogue entre ellos y, en alguna ocasión, contra el desánimo, el racionalismo muchas veces ciega y no deja ver la opcionalidad. Incluso una excesiva #gestionderiesgos invita a la involución a quedarse mas tiempo en casa del que debería quedarse.



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