martes, 31 de mayo de 2022

Si no estas en Google Maps, no existes.

Si no estas en Google Maps, no existes.

 


Hace poco cuando adicioné a la “Asociación de los grupos Catopes, Marujos y Caboclinhos” a Google Maps, una comunidad con mas de un siglo de historia, le pedí permiso a un integrante para publicarlo, muy feliz y emocionado queria mostrarme todos los objetos y fotos de su historia y cultura de generaciones anteriores, me di cuenta de la importancia de estar en los mapas digitales, no solo para comercios, sino también para cualquier tipo de lugar de interés y referencia. Soy un LocalGuide de Google, desde hace mas de diez años, desde la época que se llamaba Panoramio, colaboro con todo tipo de aportes y modificaciones, no gano nada con esto, pero me da muchas satisfacciones desde el punto de vista turistico, que las persona puedan encontrar lo que buscan, como así también que los negocios, lugares y comunidades sean encontrados, porque a mi también me gusta encontrar, los bellos lugares permiten a las personas seguir soñando.  Suelo decir que el turismo genera empleo y cada uno de nosotros podemos siempre hacer lo mínimo.


El trabajo de Google

Google hace importantes aportes de información geográfica a la población mundial, que nos facilita mucho la vida diaria, tanto desde su trabajo con StreetView como con las fotos satelitales, pero para muchas otras cosas se necesita de la labor humana, para el detalle, para ese lugar donde no llegan las cámaras, para esa información que solo una persona puede explicarla, ahí estamos nosotros los LocalGuide.


¿Que hacen los Local Guide?

Ser un LocalGuide no se trata solo de dejar opiniones y estrellas en negocios, sino también agregar negocios y lugares, o eliminarlos del mapa, o modificar calles y rutas, u otro tipo de información como teléfonos, horarios, etc etc, pero a veces también se trata de crear contenido para que las personas tengan una mejor idea del lugar, con mas detalles.


Otro aporte, La Lapa Pintada

Hace poco también tuve la suerte de poder visitar una lapas (formaciones rocosas gigantes), en unas montañas, con dibujos rupestres de ocho mil años de antigüedad, las cuales no estaban en Google Maps, me ha parecido tan importante hacer un aporte de algo que las camaras de los satelites son son capaz de captar, que muchos turistas con personalidad curiosa, como la mia, son tan entusiastas de visitar estos lugares, que sepan lo que hay fuera de sus hogares, antes de salir de ellos.

 

 


 

La recompensa

La mayoría de la veces no tomo consciencia de lo importante que es agregar ciertos lugares, solo en ciertos momentos, como cuando alguien desde su felicidad te pregunta ¿cuanto te debo por haberme agregado a Google Maps?, porque no sabe como hacerlo, y yo le respondo que nada, porque soy un colaborador, o también en esos momentos que me llegan mensajes de Google diciéndome 48 horas después que mas de 200 personas han encontrado ese lugar gracias a mi aporte. Ese tipo de cosas me llenan de orgullo, porque en cierta forma estoy conectando personas y lugares.

 

Tu también puedes.

Cuando expreso la frase “si no estas en los mapa digitales, no existes”, me refiero a que lo que no esta en los mapas, solo existe para la comunidad local, pero fuera de esa comunidad no existes. Me ha pasado de llegar a lugares y encontrarme con una riqueza turística y cultural increíble, pero en aquel momento no había información en internet, fui uno de los primero en subir imágenes de la ciudad de Maceió en Brasil, y de la ciudad de Puerto Plata en República Dominicana, esos lugares, en los que en aquel momento te enterabas de su existencia por la boca de sus moradores. Me he encontrado con puentes que figuran rotos o en construcción en el mapa, pero cuando llegas al lugar te das cuenta que ya esta habilitado hace tiempo. Hoy muchos servicios y aplicaciones toman sus datos de Google Maps, ejemplo: los servicios de carsharing, los cuales se encuentran con problemas a la hora de establecer una ruta. Tu también puede ser parte de esta colaboración mundial, aportando tu pequeño grano de arena.


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martes, 17 de mayo de 2022

O ecoturismo na América Latina precisa de uma balança (equilíbrio)

 


Lugares maravilhosos com visitas gratuitas contrastam com lugares menos chamativos com preços de ingressos escandalosamente caros.

Ao longo dos anos e, quanto mais viajo pela nossa América Latina, vejo essas diferenças marcantes em muitas de nossas paisagens, com parques nacionais, zonas ecológicas protegidas, praias, montanhas, lugares nevados, alguns de administração pública e outros de administração
privada.

Visitei recentemente um lugar no Brasil, com várias cachoeiras, com poucos quilômetros de separação entre elas.
Algumas dessas cachoeiras, como mostram nas fotos e vídeos, eram lugares de sonhos, paradisíacos, e de onde é possível extrair uma experiência inesquecível e, a poucos quilômetros de distância, é possível encontrar outras cachoeiras menores que não são tão importantes. Mas o que me pareceu mais estranho é que a cachoeira dos "sonhos" era gratuita, enquanto que, para acessar a cachoeira menor, era preciso pagar um preço oneroso por pessoa.
É de conhecimento público que é preciso pagar um preço, pois muitos desses locais precisam de manutenção e cuidados,
mas a questão que eu gostaria de tratar aqui é a divergência de preços. Enquanto há lugares com entrada gratuita, onde deveria-se cobrar ingresso, há outros lugares que não são tão importantes e que cobram preços que não são para turistas de todas as classes sociais, muito menos para famílias inteiras.


Os donos da natureza.

Nesse sentido, não devemos esquecer também aqueles lugares naturais protegidos, dos quais algum milionário se apossou, exigindo pagamento pelo acesso, sem nenhum controle do governo, ou seja, em determinado momento, um punhado de políticos corruptos se apropiam de um lugar que não deveria ser vendido. Estes devem ser de acesso público e de administração pública. Esse tipo de coisa acontece com muita frequência com cachoeiras, montanhas e praias (lugares que deveriam estar sob a supervisão e administração das prefeituras navais), reservas naturais e, não vamos esquecer, aquelas montanhas com resorts para esquiar, de algum milionário famoso.


Hotéis abandonados.

Na foto acima, aparece atrás de mim uma bela estrutura que parece ter sido um hotel em algum momento, mas que, na realidade serviu como escola décadas atrás, e agora se encontra abandonada e não cumpre nenhuma função. É simplesmente um lugar onde pode acontecer qualquer coisa a noite, porque nao existe nenhum tipo de vigilância, então, em algum momento eu me fiz a pergunta (como tantos outros), por que não o exploraram como hotel e com partes dos lucros poderia se manter o lugar? Sem ir muito além, podemos citar uma lista incrível de hotéis e complexos turísticos abandonados, por conta dos impostos exagerados cobrados por seus governos, impossíveis de sustentar ou por falta de acordos e decisões rápidas. Um hotel recuperado gera renda e fontes de emprego.



Precisamos de um equilíbrio no turismo latino-americano

Vemos este tipo de inconsistências em vários países da América Latina, exemplos disso são as ruínas de Machu Pichu no Peru e Ancash, as Ilhas Galápagos do Equador, as Cataratas do Iguaçu (em ambos os lados), Venezuela com uma incrível riqueza turística mal explorada, República Dominicana, também com suas próprias inconsistências entre o norte e Punta Cana, o Haiti com uma natureza desperdiçada, o Uruguai com suas inconsistências entre Punta del Este e o norte, a Argentina com geleiras para os ricos, etc, etc. Nossos governos e seus Ministérios de Turismo têm oportunidades fantásticas de acesso a uma coleção maior e mais equilibrada, sem matar o turista e promovendo as economias locais.
Não é necessário continuar criando “estradas imaginárias” por onde passaram escravos, aborígenes ou
demais feudos importantes históricas, é preciso explorar e regular outros espacos palpável, e a verdade é que nosso continente tem uma infinidade de natureza tangível, a ser vista , registrado, desfrutado, cuidado, explorado e controlado. Por isso eu digo que é preciso um balanço turístico na América Latina, é preciso rentabilizar esses lugares maravilhosos com entrada gratuita, para reduzir os preços em lugares excessivamente caros, e também, os setores privado e público, juntos, reverem esses lugares privados que deveriam ser patrimônio natural, encontrando um ponto de concordância e maior controle.

 

 

 

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